Skol Sunrise 2010

julho 18, 2010

Skol Sunrise em Itacoatiara, Niteroi! Iraaaaaaado!


  • Coisas que já nao me lembro…

    junho 14, 2010

    Que ao longo da vida a gente esquece várias coisas, e uma afirmação obvia, redundante e completamente desinteressante… Então vou começar o post indo direto ao assunto e falando de algo específico, de que já não me lembro mais…

    Não me lembro mais como é ter dor de cotovelo, sofrer por amor ou amar ate dor ou a quem não te ama… Não lembro mais como e andar de mãos dadas, ter a mente fixa em alguém, fazer bobeirinhas românticas e se importar com desimportâncias que só interessam a dois, mas se quer dividir com o mundo…Minhas lembranças sentimentais estão tão longe, que e difícil resgatar tais sensações puxando apenas pela memória.

    Não posso dizer que e ruim, se por um lado não sofro, também não digo que e bom, já que, por outro, não vivo. Um dia falei em atingir o Zero Kelvin… Acho que ele chegou e nem percebi. Não sei, simplesmente não me lembro.

    No no no’s – Junior Senior

    Oh I won’t fall in love
    No I won’t fall in love
    I won’t fall in love
    No I won’t fall in love
    I won’t fall in love
    No I won’t fall in love
    You wanna go but your mother tells you no
    She was shunned so many years ago
    And she doesn’t
    No she doesn’t need to know
    No I won’t fall in love
    So
    You sneak out the door
    And you got it all planned
    To get backstage with the band
    And you don’t need no
    You don’t need no helping hand
    Cuz you’re into the boys in a rock n’ roll band
    Oh I won’t fall in love
    I won’t fall in love (I won’t fall in love)
    No I won’t fall in love (No no)
    I won’t fall in love (I won’t fall in love)
    No I won’t fall in love
    Your heart is beating
    And it’s beating fast
    Cuz the band’s about to play at last
    And I just took that
    You don’t get that backstage pass
    He’ll take you to bed or the backseat of his car
    Cuz the motel’s way too far
    And then he’ll go right back
    He’ll go right back to the bar
    Cuz the night’s not over for a rock n’ roll star
    No I won’t fall in love (I said a no no no)
    I won’t fall in love (I won’t fall in love)
    No I won’t fall in love
    But you’re a daddy’s girl
    One day your gonna runaway
    I get it, woah
    With your daddy’s pearl
    Yeah one day your gonna runaway
    I get it, woah
    With your daddy’s pearl!
    One day your gonna runaway
    A run run run run run run run run run run run run run run run
    Oh I won’t fall in love (A no, a no)
    I won’t fall in love (Hey, I won’t fall in love)
    No I won’t fall in love (No no no no no)
    I won’t fall in love (No no, yes!)

    I won’t fall in love

    I won’t fall in love, love

    I won’t fall in love, love

    I won’t fall in love, love

    I won’t fall in love, love

    I won’t fall in love, love


    Gold Digger

    dezembro 1, 2009

    Sempre adorei a estética das pin-ups. Elas já foram (e voltarão a ser), inclusive, parte do layout deste blog.

    Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. (...) - fonte: Wikipedia

    Uma pin-up é uma modelo cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. (...) - fonte: Wikipedia

    Por isso não é de se estranhar que eu adorei  o visual retrô-moderninho deste clip, que apesar de já estar meio batido, é bem atual. Bacana a medida entre o jeitão inocente/revelador das pin-ups originais e estilo “gostosona” das mulheres do hip-hop (é não tem jeito, faz parte do movimento, o negócio é entubar!)

    Fiquei bastante surpresa ao ouvir o vozeirão do Jamie Foxx largando pra trás o Kanye West.

    She take my money when I’m in need
    Yeah she’s a trifling friend indeed
    Oh she’s a gold digger way over town
    That dig’s on me

    O fundo colorido com a luz em degradé em cores fortes marcou bem o estilo entre o retrô e o atual, bem na medida. E o groove… é pra detonar o pistão!

    Pra cantar junto:  Gold Digger (feat. Jamie Foxx)


    Ouvidos de ouvir

    setembro 24, 2009

    Essa idéia conversa com outra, que venho matutando faz tempo também, sobre a incapacidade de ouvir, da grande maioria das pessoas.

    Percebam: Não estou falando aqui de gozar ta totalidade do sentido da audição, mas sim de prestar atenção total ao que reverbera no ouvido em todo o seu sentido.

    Ao colocar-se no lugar de seu interlocutor e captar seu ponto de vista para então argumentar, concordar ou discordar… Estamos tão preocupados em convencer que não saímos do nosso pedestal de donos da verdade e fechamos o ouvido (na verdade a razão) a qualquer movimento externo que não verse rimado com nosso.

    Talvez não por acaso, me chamo Simone (obvio que não me chamo Ana Lógica, né?), que vem do Hebraico, “aquela que tudo ouve”. Costumo ouvir as pessoas e me colocar no lugar delas para ouvir suas idéias, com calma, até a conclusão. Mas acho que o mais importante ao ouvir, é tentar pensar com a cabeça de quem está falando.

    Minha impressão disso é que entendo melhor as pessoas do que elas me entendem (ok, todo mundo diz isso), mas vejamos: todo mundo me diz que as entendo e que sei ouvir, então não sou somente eu que diz que há algo diferente aqui.

    Outra coisa é que fica mais fácil interagir: seja para aconselhar, ou mesmo para convencer, se você entende como o outro pensa e se sente, você alcança um nível equilibrado de conversação, que possibilita um diálogo honesto. Se sua idéia é boa, você convence. Fato!

    Don’t Let Me Be Misunderstood – The Animals

    The Animals – A original

    Nina Simone – Minha preferida

    Santa Esmeralda – Dançante!

    Kill Bill – Instrumental

    Veja ainda muitas outras versões aqui.

    Letra

    B.Benjamin/S.Marcus/C.Cadwell

    Baby, do you understand me now
    Sometimes I feel a little mad
    But don’t you know that no one alive
    Can always be an angel
    When things go wrong I seem to be bad
    But I’m just a soul whose intentions are good
    Oh Lord, please don’t let me be misunderstood
    Baby, sometimes I’m so carefree
    With a joy that’s hard to hide
    And sometimes it seems that all I have do is worry
    Then you’re bound to see my other side
    But I’m just a soul whose intentions are good
    Oh Lord, please don’t let me be misunderstood
    If I seem edgy I want you to know
    That I never mean to take it out on you
    Life has it’s problems and I get my share
    And that’s one thing I never meant to do
    Because I love you
    Oh, Oh baby don’t you know I’m human
    Have thoughts like any other one
    Sometimes I find myself long regretting
    Some foolish thing some little simple thing I’ve done
    But I’m just a soul whose intentions are good
    Oh Lord, please don’t let me be misunderstood
    Yes, I’m just a soul whose intentions are good
    Oh Lord, please don’t let me be misunderstood
    Yes, I’m just a soul whose intentions are good
    Oh Lord, please don’t let me be misunderstood


    Tarantino só nas telas.

    setembro 22, 2009

    No dia 01/09, quando ia para a #posmktdig, fui abordada por um meliante que passava por ali e tentou me assaltar. A maioria das pessoas já sabe a história, que já contei um sem-número de vezes e não vou mais repetir… Tinha escrito um post enorme e acabei de mudar de idéia. Não vou mais postar, quero falar de coisas boas…

    Gostaria apenas de dizer o seguinte: Ao contrário de como muitos têm me pintado por aí (uns de brincadeira, numa boa, mas outros não), eu não sou um personagem de filme do Tarantino. Não sou uma pessoa violenta, ao contrário, sou estremamente pacífica, não curto violência de espécie alguma, que não seja nos filmes dele.

    Isto posto, gostaria de dizer:

    1. Não vou sair por aí com uma Hatori Hanzo exterminando os pivetes do Rio

    2. Apesar disso, não vou me deixar oprimir. Não aceito o comportamento de mulherzinha indefesa. Apesar das críticas, tudo o que fiz foi me defender, nada mais. Não vou facilitar para ninguém que acha que vai levar fácil por que as coisas estão difíceis.

    3. Não sou maluca, sei muito bem que não posso com uma arma

    Para ouvir: Battle without honnor or humanity


    #musicmonday

    agosto 25, 2009

    Na verdade, eu tinha me preparado para escrever um post sobre o Pirigulino Babilake, mas uma segunda-feira atípica fez com que este post furasse a fila das minhas idéias…

    Começou com um twitt do @GugaAlves, sobre um podcast tocando Rage Against The Machine. Uma verdadeira Máquina do Tempo!

    E foi muito divertido, lembrar da adolescência de, ir pro colégio ouvindo Cidade do Rock, da Rádio Cidade, então o único programa de rádio 100% dedicado ao som, ainda que com qualidade bastante questionável, mas era possível ouvir Rage, Stone Temple Pilots, Alice in Chains, Pearl Jam… Naquele tempo o Rodolfo ainda fazia parte dos Raimundos, que era a melhor banda de rock nacional de todos os tempos!

    O serviço foi completado pelo outro amigo, o @raphaelcrespo, que twittou sobre a banda Anthrax, que já me levou a lembrar da sinistríssima Type O Negative… Daí para resgatar o Anathema – que era mais sinistra ainda – foi um pulo…

    Foi engraçado lembrar coisas como ir para a escola com um walkman nos ouvidos, e ainda com abertura par fitas K7! Toneladas de fitas na bolsa, gravadas de CDs ou da própria programação na rádio. Essas eram as mais legais, pois ficavam já preparadas, só esperando a música tocar para apertar o botão do REC e começar a gravar uma música que sempre saía cortada ou com vinhetas da rádio, mas era “A” fita! E tinha que se tomar cuidado para as fitas não desenrolarem do case e embolar, dar nós… nessas horas, só a caneta BIC salva!

    Um walkman, também pode ser considerado o avô do MP3 player.

    Um walkman, também pode ser considerado o avô do MP3 player.

    Foi bom lembrar de coisas que eu já havia esquecido, como a calça jeans rasgada (naturalmente rasgada, não essas fashion que a gente compra na loja), o cabelo desgrenhado e cheio de tranças, e o tênis All Star, que na época só usava quem era underground e tinha atitude! Nada desses modelinhos xadrez, cor de rosa ou coisas do tipo… Bons tempos do Colégio Pedro II

    Nessa época, teve aqui no Rio um festival com várias bandas, o CloseUp Planet, com Sex Pistols, Cypress Hill, Bad Religion, Silverchair (que na época era só um Hanson tentando fazer rock), SpaceHog e Mark Ramone & The Intruders – um showzaço!

    Engraçado pensar que este mundo pré-histórico de fitas K7 e bandas que não existem mais tem pouco mais de 10 anos. E mais engraçado pensar que mal consigo me lembrar de um mundo sem MP3 player, dowload de músicas, podcast e rádios online (sem comerciais ou vinhetas).

    Lembro de como me sentia presa à Rádio Cidade, como única opção para fugir do lugar-comum que eram todas as outras e da maravilha que foi descobrir, primeiro, as rádios online (com a Luxuriamusic.com e bem depois a Last.fm), os downloads de MP3 com o Napster e depois com eMule, que me possibilitaram descobrir músicas antes inimágináveis, já saindo totalmente da seara do rock adolescente, agora totalmente sem fronteiras!

    Em tempo: Qualquer semelhança com os capítulos iniciais de A Cauda Longa, do Chirs Anderson, não é mera coincidência. De fato fiquei maravilhada ao ler o livro e sentir completa identidade entre o que o autor descrevia e os passos que trilhei rumo a uma libertação musical. Passos que, de certa forma, explicam a criação deste blog e motivam sua reativação agora. Fugir do cliché, foi inevitável, uma vez que ele é real…